Em um mundo de informações, ainda vemos pessoas passivas na vida. Aqueles que esperam o mundo chegar, com a mesma velocidade, o vê indo embora.
Quem não faz o bom uso das informações, de fato, não as tem como conhecimento. É necessário não simplesmente tê-las chegando (e atualmente quase na velocidade da luz e em enorme variedade), mas tê-las degustadas e processadas. A nós foi dada a capacidade intelectual e não são poucos os que a subestimam. A análise crítica de algo que se escutou, leu ou viu é que nos traz o conhecimento. Este é algo a que se deve conquistar... é intrinsecamente meritório, ou seja, só o adquire quem faz por merecer.
Não podemos ser coadjuvantes da nossa própria existência. Há que se ter pulso, de se ter sangue quente, de dizer o que pensa, defender seu ponto de vista e as bases que o sustenta, ter amigos e até reconhecidamente inimigos (pois eles te fazem superar a si mesmo), de se revoltar com uma cena, de vislumbrar com outra, concordar e discordar, se alegrar e entristecer, de comer ou fazer dieta, de não se envergonhar por ter errado, de se corrigir em um momento oportuno... há de ter coragem de falar para si mesmo: sou humano... erro e erro mesmo. Mas sei que são dos meus erros que podem surgir meus maiores acertos. Que se erro foi porque tentei e tentei porque sou corajoso. Que em uma próxima vez já não estarei suscetível a esse erro, mas que podem vir outros... mas, sobretudo, não passo imune aos aprendizados de uma vida inteira.
Interajo com a vida por que nela marco minha existência.
As informações que o mundo me disponibiliza, todas elas bem administradas, são quem me constituem. Se delas não fizer bom proveito, quem sou eu?
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
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Um comentário:
Perfeito!!!!!!!!!!!!!
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