domingo, 12 de junho de 2011

Gota de Chuva - 12/6/2011

A gota que eu estava acompanhando caiu. 
Nessa manhã chuvosa, cuido delas... que escorrem pela sacada da minha varanda. 
A gota escorregando é algo divino e isso - óbvio - porque o fato de chover é obra de Deus. Mas às vezes a poesia dessas pequenas coisas se torna gigantesca diante da percepção do que, de fato, é.  E em  um minuto lamento o fato de muitas vezes ter esse tempo de observação roubado em nome da correria no dia-a-dia.
De repente me dou conta de que o barulho da chuva batendo com força avassaladora no mato é barulho de criança e isso me traz a calma.
Quando menor, os elementos da natureza eram todos meus amigos e por horas ficávamos ali, curtindo um ao outro, nos momentos de meditação em cima da pedra no alto da colina.  Essa imagem me remete ao equilíbrio.  Um equilíbrio um tanto quanto anormal se mencionada a minha idade à época, de 9 anos.
Era assim… sempre fui apreciadora do silêncio.  Da viagem interna que podemos fazer como auto-conhecimento.
Adoro estar ciente das minhas qualidades e meus defeitos.  Isso me traz ainda mais segurança de ser quem sou e estar feliz.  Felicidade é uma opção diária minha.  Mais uma gota caiu.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Missão Impossível?!


Impressionante!! Rs... Mais uma prova de que quando existe motivação, aprendemos a superar qualquer coisa!!! hehehehe...

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Por agora não vou escrever, mas não é má vontade, eu juro...rs.  Realmente estou dando algumas prioridades e então, nas férias, permito-me dedicação ao blog.

Por hora, uma fotinha singela:
Fonte e Reportagem:
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/12/cadela-da-luz-17-filhotes-na-alemanha.html

Abraço a todos!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Reciclagem de óleo de cozinha usado - como fazer sabão

Vi uma matéria que deve ser levada em consideração.  Em um mundo de constante mudanças e avassaladoras conseqüências provenientes do mau uso de recursos que o ser humano vem fazendo com a Terra, vale a pena sempre buscar o melhor de si para contribuir com práticas sustentáveis e objetivar um amanhã digno da nossa presença.

Segue...

O óleo de cozinha usado é um dos principais vilões da contaminação das águas: uma colher de sopa de óleo pode inutilizar milhares de litros de água. Armazene seu óleo de cozinha usado em garrafas PET e, caso não tenha nenhuma instituição a quem doar, utilize-o para fazer seu próprio sabão.
Aprenda a fazer seu próprio sabão e preserve o meio ambiente.



Fonte: http://sustentabilidade.atarde.com.br/ 
Matéria: 17 de novembro de 2010

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Tem algumas palavras que são interessantes na Língua Portuguesa.  Com uma amiga de brincadeiras descabidas, por vezes, fazíamos um desafio: falar algumas palavras que pensávamos ser engraçadas, azedas, sérias, grosseiras e por aí vai.  Depois apresentávamos nossas explicações para cada sensação.

Exemplo de palavra divertida - Bolota

De grosseira - Raspar

De azeda - Cozer (tanto faz de cozer de cozinhar ou coser de costurar)

De séria - Minúcia

Bom... outro dia escutei algo que - aparentemente - é bobinho... até porque traz uma palavra que considero  divertida... a tal da bolota!  Mas uma analise mais criteriosa percebe que, atrás de uma roupinha divertida a palavra contextualiza algo mais sério.

"Bolinha vai, bolinha vem."

E - para mim - isso é a síntese mais descontraída do que aprendi quando criança e carrego como um dos meus princípios.  Tudo que fazemos vai e volta.  Disseminando o bem, é ele quem retorna para você.  O contrário também é verdade.

Podemos até pensar que algo é bestinha, mas jamais subestimar o poder de um contexto!

domingo, 7 de novembro de 2010

Aos 30…


Aos 30 deixei minha passividade política de lado.
Aos 30 me permiti um dia inteiro com meu sobrinho de 10 anos.
Aos 30 busquei estar mais perto de quem amo.
Aos 30 me dei o direito de imaginar que coisas ruins podem acontecer com os que eu amo.
Aos 30 dei mais valor a uma palavra.
Aos 30 entendi que as pessoas agem por conveniência. 
Aos 30 percebi que sou capaz de liderar grupos.
Aos 30 entendi que sou capaz de qualquer coisa que me predisponho a fazer.
Aos 30 estabeleci prioridades.
Aos 30 compreendi que pessoas dependem de mim.
Aos 30 tive medo do escuro, de um escuro que assola somente os adultos.
Aos 30 gritei para o mundo quem eu sou por completo.
Aos 30 entendi que meu processo de aprendizado só cessará no dia da minha morte.
Aos 30 compreendi a necessidade de meu pai ter casado outra vez.
Aos 30 fiz amizade com minha madrasta.
Aos 30 escuto todos os conselhos de minha mãe, mesmo que não vá seguí-los.
Aos 30 meu irmão já não usa a capa de super-herói, mas percebi que o amo mesmo assim.
Aos 30 me adimirei com o poder de uma boa companhia.
Aos 30 deixei de forçar simpatia com todos.
Aos 30 não são todas as conversas que me conquistam.
Aos 30 me permiti o mau humor.
Aos 30 preferi estar com 364 dias no ano de bom humor.
Aos 30 danço sozinha celebrando uma felicidade extrema.
Aos 30 compartilho a glória de uma conquista.
Aos 30 compreendi a força de um planejamento.
Aos 30 percebi que as pessoas são agressivas porque não lidaram bem com seus medos.
Aos 30 observei que os medos sempre existirão, mas são administráveis.
Aos 30 passei a acreditar que as pessoas esperam algo em troca.
Aos 30 fiquei com menos amigos… alias… bem poucos.
Aos 30 deixei meus cabelos brancos salpicarem em minha cabeça.
Aos 30 deixei de acreditar que “Penso, logo existo” para “Existo!! Logo – e pq não – pensar.

sábado, 6 de novembro de 2010

Ninguém entra em uma batalha para ganhar uma medalha de honra.  Não é esse o propósito.  Fazer a coisa certa pode te levar a uma medalha... ou não. 

Mas pelo menos você fez a coisa certa.

Triste perceber que as pessoas fazem pelo que terão em troca.  De fato, a vida é cercada de trocas, mas aquelas mais explicitas tornam-se feias e estéreis.  Bacana mesmo é quando se faz pelo prazer em fazer, pela glória de estar alinhado aos seus valores...

...O resto é consequência.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Hey there! Someone that I couldn't see who, wrote in the comments of post of september 23, asking me to fix the blog.

Wrote:
"Hey, I can't view your site properly within Opera, I actually hope you look into fixing this."

But there aren't problems in this provedor, in the blog. What happens is that some videos not start when we are looking the blog by cell phone.  Did you visit the site by this way?

Well... if you acessed the site by normal computer and couldn't saw the opera, please... I'm sharing with you the adress of the song and its video. You have to see it... it's a very nice song.

Here you are: http://www.youtube.com/watch?v=IoTx2d850JY

Enjoy it!

And, of course, thanks for your visit...

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Projeto Verão!!!


Dr. Arizona Robbins - A good man in a storm (Um bom homem na tempestade)

Não me canso de meditar sobre algumas tiradas da série Grey's Anatomy.  Aí vai mais um trecho:
O pai superprotetor de uma cirurgiã estava extremamente aborrecido por saber que sua filha era gay.  Após a tentativa frustrada de levar um padre para exorcizar o lado gay dela e resgatar o hétero, estava  olhando a esmo quando chegou a namorada da filha e começaram a falar:

Pai: "Não te conheço o suficiente para falar dela.  Não faremos isso.

Namorada: Muita gente acha que meu nome é pelo Estado (Arizona), mas não é.  É o nome de um navio de guerra... USS Arizona.  Meu avô estava servindo no Arizona quando os japoseses bombardearam Pearl Harbor e ele salvou 19 homens antes de se afogar.  Basicamente, o que meu pai fez a vida toda foi honrar esse sacrifício.  Fui criada para ser um bom homem na tempestade.  Para amar minha pátria, amar minha família e proteger aquilo que amo.  Quando meu pai, Coronel Daniel Robbins, da Marinha dos Estados Unidos, soube que eu era lésbica, ele disse que só tinha uma pergunta a fazer.  Eu esperava ouvir "Quão rápido você pode sair da minha casa?"  Mas ao invés disso, ele perguntou "ainda é aquela que eu te criei para ser?"  Meu pai acredita em seu país assim como você acredita em Deus.  E não era maleável, mas foi comigo pois sou sua filha.  Sou um bom homem no meio da tempestade.  Eu amo sua filha e protejo aquilo que amo.  Não que precise protegê-la.  não precisa disso.  Ela é forte e atenciosa... e confiável.  E ela é quem você criou para ser.

(Grey's Anatomy - Season 6, Episode 5 - 31")